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Sorriso registra 20 casos de dengue e 10 de chikungunya em 2026; autoridades reforçam combate ao mosquito

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Sorriso registrou, de 1º de janeiro até esta quarta-feira (9), um total de 20 casos de dengue e 10 de chikungunya. Não houve registros de zika vírus no período. Os dados foram divulgados pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) e constam no Sistema Sinan On-line.

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De acordo com o levantamento, dos casos de dengue, 10 foram confirmados em janeiro, seis em fevereiro — incluindo um caso com sinais de alarme — e três em março. Já em relação à chikungunya, foram três registros em janeiro, cinco em fevereiro e dois em março.

Apesar dos números serem considerados baixos, a Secretaria Municipal de Saúde alerta para a importância da prevenção, especialmente neste período chuvoso, quando aumenta o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das arboviroses.

A coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Claudete Damasceno, reforça a necessidade de manter os cuidados. “Estamos no período chuvoso, é necessário eliminar criadouros nesse momento e manter esse olhar de forma contínua. Não temos pico de arboviroses e queremos manter dessa forma”, destacou.

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Alerta com armadilhas aponta alta presença do mosquito

Levantamento recente realizado por meio de 567 armadilhas ovitrampas instaladas no município revelou a coleta de 45.583 ovos, sendo que 77% apresentaram resultado positivo para o Aedes aegypti.

Um dos pontos de maior preocupação é o bairro Rota do Sol, onde, das 34 armadilhas analisadas, foram encontrados 5.024 ovos, com 91% de positividade para o mosquito.

Riscos da chikungunya e importância do diagnóstico

O secretário municipal de Saúde, Vanio Jordani, alerta que a chikungunya pode apresentar complicações prolongadas. “Além da fase aguda, há casos em que o paciente continua sentindo dores por mais de seis meses”, explicou.

A orientação é que, ao apresentar sintomas como febre, dores no corpo ou mal-estar, a população procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e diagnóstico adequado.

Combate começa dentro de casa

As equipes da Vigilância em Saúde Ambiental seguem realizando visitas e ações educativas em residências, comércios e pontos estratégicos. Durante as inspeções, criadouros são eliminados e larvas coletadas para análise.

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Atualmente, os principais focos identificados são água parada — limpa ou suja —, água servida proveniente de esgoto doméstico e acúmulo de sujeira em bocas de lobo.

A recomendação é que a população dedique ao menos 10 minutos por semana para vistoriar quintais e locais de trabalho, evitando o acúmulo de lixo e objetos que possam reter

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