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Sorriso: Polícia Civil descarta legítima defesa e aponta espancamento antes de morte de dentista

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A morte do dentista Dyonisio Carlito Antoniello, de 43 anos, registrada na manhã do dia 1º de maio, em Sorriso, ganhou novos desdobramentos após coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (5) pelo delegado Bruno França, responsável pela investigação do caso.

Inicialmente, o autor do crime, identificado como José Valdisson Silva Rocha, conhecido como “Fernando Cabeleireiro”, alegou ter agido em legítima defesa durante uma discussão. No entanto, conforme detalhado pela Polícia Civil, essa versão foi descartada após análise de provas periciais e novos depoimentos colhidos formalmente.

De acordo com o delegado, as evidências apontam que a vítima foi brutalmente agredida antes de ser morta. Dyonisio apresentava fratura no nariz e afundamento ósseo na região do rosto, indicando que sofreu espancamento. As investigações revelaram ainda que o suspeito já havia tentado atacar o dentista anteriormente com outra faca, sendo contido por uma pessoa que estava no local.

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Na sequência, o agressor teria desferido socos contra o rosto da vítima, que já se encontrava em situação de vulnerabilidade. Em um momento posterior, enquanto outras pessoas tentavam conter a briga e seguravam o dentista, o suspeito se aproveitou da situação para desferir um golpe de faca nas costas da vítima, o que acabou causando sua morte.

“A única pessoa que apresenta sinais claros de agressão é a vítima. Não existe nenhuma hipótese de legítima defesa nesse caso”, afirmou o delegado durante a coletiva.

A Polícia Civil também informou que há a presença de uma outra pessoa na cena do crime que não havia sido mencionada inicialmente pelo suspeito. As autoridades pedem apoio da população e da imprensa para identificar essa testemunha, que pode contribuir para o esclarecimento completo dos fatos.

Outro ponto revelado durante a coletiva diz respeito à identidade do suspeito. Segundo a investigação, José Valdisson utilizava o nome “Fernando” possivelmente para ocultar o passado criminal. Ele teria participado de um roubo a banco no ano de 2004 e, desde então, tentava se desvincular de sua verdadeira identidade.

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Ainda conforme apurado, o crime ocorreu em meio a uma discussão motivada por ciúmes. A vítima teria se desentendido verbalmente com o suspeito por conta de um relacionamento com o dono da residência onde estavam. Apesar disso, a Polícia Civil reforça que não há qualquer elemento que indique intenção de matar por parte de outras pessoas envolvidas, apenas do autor já preso.

As investigações seguem em andamento e agora avançam para a análise de celulares e do histórico recente dos envolvidos, com o objetivo de esclarecer completamente o caso e apresentar uma resposta definitiva à família da vítima.

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